Honestamente falando, aqui na Babilônia só tem um barraco totalmente de madeira, o da dona Cleonice, na rua do Rosário.
No entanto eu encontrei esta raridade no Chapéu, que é minha comunidade igual a Babilônia.
As dificuldades do tempo que a casa nos leva são grandes, porém é indiscutível o doce sabor de vida que a precária residência transmite para nós, os românticos sensíveis, um sentimento de paz, segurança e autoridade natural sobre o local.
Pergunta:
Que tempo é melhor para viver e ser feliz?
Reflita!
Isaías Bruno Ferreira é líder comunitário dos Morros da Babilônia e Chapéu Mangueira
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